Por Márcia Martins / Assessoria de Comunicação

Equipes da Polícia Ambiental de Mato Grosso devem fazer uso de tecnologias durante fiscalização e monitoramento de grandes áreas. O projeto de nº 509/2019 que está apto para apreciação na Assembleia Legislativa é de autoria do deputado Romoaldo Júnior (MDB) e propõe a utilização de drones para monitoramento e auxílio na fiscalização policial, garantindo assim maior economia e controle na atuação dos policiais ambientais, visto que o atual quadro de funcionários nesta área não é suficiente para fiscalizar todos os locais de forma precisa, principalmente quanto à fiscalização de caça.

“Certamente o drone auxiliará na medição de áreas de desmatamento, fiscalização de caça e de poluição sonora em locais públicos através de imagens em tempo real, já que o mesmo chega a percorrer 901 quilômetros por hora a uma altura de 500 metros de seu operador”, diz o deputado ao destacar que o equipamento já está sendo utilizado em diversos estados e tem contribuído na intensificação da fiscalização pela Polícia Ambiental.

“Sendo assim, é de extrema importância que possamos progredir tanto economicamente como tecnologicamente, na execução dos trabalhos da Polícia Ambiental, a fim de torná-lo mais eficaz”, completa.

Para o tenente-coronel da Polícia Militar Paulo César, o uso do drone traz ao trabalho a soma da tecnologia ligada à inteligência, além de suprir a falta de recurso humano. “O drone permite que tenhamos menos recursos humanos lá na ponta. Com ele apenas um servidor pode fiscalizar uma área muito maior, trazendo mais efetividade nas ações”.

Em seu segundo artigo, o projeto determina que as despesas decorrentes da aplicação desta lei correrão por conta das dotações próprias consignadas no orçamento vigente, suplementadas se necessário.
 
 
 
 
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